a magia da nintendo

toda vez que a nintendo fracassa em algum console, vários especialistas decretam seu fim, que acabou para a empresa nipônica centenária…

toda vez que a nintendo fracassa em algum console, vários especialistas decretam seu fim, que acabou para a empresa nipônica centenária. toda vez que falam isso, a nintendo mostra que todos estavam errados e que ela ainda tem muita munição para gastar.

depois do fracasso retumbante do wii u a nintendo decidiu fazer algo inovador no mundo dos videogames, continuar com sua estratégia de sempre, com algumas pequenas correções de trajeto, igual todas as outras vezes.

a nintendo parece entender seu produto e dominar o mercado de uma forma que as outras empresas ainda não conseguiram.

ela não tem o video-jogo mais potente do mercado, não é o mais inovador e tecnológico. o seu nintendo switch é uma mistura de wii u com nintendo ds. tal qual uma evolução de pokemon, as coisas mudaram, mas são em essência a mesma.

a experiência on-line continua problemática e mais confusa que de outras plataformas, os sistemas parecem que só agora chegam ali no início de 2010.

entretanto, diferente do seu predecessor, o nintendo switch é um sucesso absoluto, em pouco tempo vendeu mais do que o console anterior em toda sua existência. vários desenvolvedores que antes ignoravam a plataforma passaram a olhar com bons olhos a mina de ouro. fazendo jogos e adaptando para que pudessem rodar naquele tablet com pouco poder de fogo.

a nintendo voltou de mais uma morte certa com folga.

ela tem algo diferente, que nem sempre funciona, mas quando funciona, ninguém consegue chegar perto. ela sabe que não é a primeira escolha da maioria dos jogadores, e acredito que nem se importe com isso, pois sabe que muitos deles vão acabar sendo seduzidos por seus jogos menos belos e mais “infantis” mas que possuem horas infinitas de diversão, nostalgia e jogabilidades cheias de criatividade e personalidade.

a nintendo nem sempre entende o jogo do mercado, mas ela consegue ir em frente mesmo assim, trazendo pequenas inovações de vez em quando, sempre com algo cativante e bonito a seu próprio modo.